Em jeito de conversas de café e um biscoito, o texto nasceu de palavras rabiscadas em cima do joelho num dia que fechou a cortina com um diálogo na esplanada:
outro: Bem, essa chefe é um animal!
ooutrooutro: Animal não sei... Mas deviam-na atirar aos porcos...
outro: Quiçá partir-lhe um braço.
ooutrooutro: E depois atirá-la aos porcos!
FIM
10 de Março de 2009
Triunfo dos porcos
Etiquetas:
Nós os Médicos
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